De 2022 a 2026, Flamengo amplia presença na Copa e projeta ganhos maiores
Com três vezes mais pré-convocados que no Catar, clube compara cenário atual e projeta salto financeiro em 2026 O Flamengo chega ao ciclo da Copa de 2026 em um patamar diferente do visto em 2022. Se no Catar foram apenas...
O Flamengo chega ao ciclo da Copa de 2026 em um patamar diferente do visto em 2022. Se no Catar foram apenas quatro representantes, agora o clube soma 12 pré-convocados, ampliando sua presença internacional e abrindo margem para ganhos maiores.
Além da base brasileira comandada por Carlo Ancelotti, o elenco atual tem mais atletas espalhados por seleções sul-americanas, o que potencializa o impacto esportivo e financeiro via FIFA.
Em 2022, o modelo de pagamento já garantiu receita relevante ao clube. Agora, com um número significativamente maior de jogadores no radar, o Flamengo projeta um cenário mais robusto, diretamente ligado ao volume de convocados.
De quatro para doze: salto na base de convocados muda projeção
No Catar, Pedro, Everton Ribeiro, Arrascaeta e Varela representaram o clube. O retorno financeiro girou em torno de US$ 1 milhão, valor calculado com base nos dias de permanência de cada atleta na competição.
Para 2026, a conta muda de escala. Com até 12 nomes nas pré-listas, o Flamengo pode multiplicar esse valor, já que o pagamento é proporcional ao número de convocados e ao tempo de participação no torneio.

A FIFA já confirmou um orçamento maior para a próxima edição, o que reforça o cenário de crescimento. Mesmo sem o valor exato por jogador definido, a tendência é de aumento relevante nas cifras distribuídas.
Cenário esportivo também evolui e impacta planejamento do clube
Além da questão financeira, a comparação com 2022 mostra um elenco mais internacionalizado. Nomes como Arrascaeta, De la Cruz, Plata e Carrascal ampliam o alcance do clube fora do Brasil, embora casos físicos ainda gerem dúvidas na lista final.